Haiti investiga guarda palaciana que não resistiu a matadores de Moise
Depois de três anos do país convulsionado sob o agravamento da corrupção, violações da democracia e miséria, a que se somou o zero de vacinação na pandemia, o Haiti se chocou esta semana com o assassinato, com requintes de brutalidade, do presidente Jovenel Moise e posterior captura de mercenários estrangeiros – 26 ex-militares colombianos treinados pelos EUA e dois norte-americanos de ascendência...